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Palestra aborda performances e dança em tempos de pandemia

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Na quinta-feira, 19, o Festival Mais Cultura iniciou a noite com a apresentação “Performances e Rodas de Conversa com o Coletivo Catavento, Cia. Dança Contemporânea da UFMS e Grupo de Pesquisa de Poética e Educação em Dança”, que teve como objetivo expor os trabalhos realizados por coreógrafos e bailarinos em tempos de pandemia. O pró-Reitor Marcelo Fernandes Pereira deu início a transmissão agradecendo a parceria da Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul (UEMS) e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e aos profissionais de dança e professores da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul. “Que a dança da UFMS cresça tanto em qualidade quanto em reconhecimento, e que nossas instituições parceiras que citei, UFMG e UEMS, encontrem na UFMS sempre essas portas abertas”, finalizou. Trecho da apresentação do Coletivo Catavento A conversa que foi mediada pela professora de dança Priscila Roberta, contou com as apresentações de trabalhos produzidos durante a pandemia feitos pelo Coletivo Catavento de Dança e Pesquisa de Minas Gerais (UFMG), Grupo de Pesquisa de Poética e Educação em Dança (UEMS) e a Cia de Dança Contemporânea da UFMS. No primeiro momento da conversa, as participantes do Coletivo Catavento, projeto criado em 2008, explicaram o conceito do projeto e do trabalho produzido. “No início da pandemia estávamos em um desses momentos em que a gente se encontrava separadas e veio a pandemia e esse desejo da gente se encontrar dessa vez nesse novo lugar, e como fazer dança nesse novo momento e nesse novo formato”, explica a coreógrafa Carol Gualberto. A ideia inicial do trabalho foi da pesquisadora Vitória Regina, com um poema feito pela escritora Paula Davis, ambas integrantes do coletivo. Trecho da apresentação do GPPED O segundo trabalho intitulado “Pandemia. Conflito. Natureza. Respiro…” produzido pelo GPPED da UEMS, é um experimento cênico por meio da videodança. A coordenadora do grupo, Christiane Araújo explicou que o principal objetivo do grupo é fortalecer e ampliar a educação para e na dança tanto no ensino formal quanto não formal. “Nós tivemos que reconfigurar toda nossa forma de trabalho e inclusive pensar, como essa dança na presença e no presente poderia acontecer nessa pandemia”, explica a professora sobre o processo de criação do trabalho exposto. O vídeo produzido pode ser visto por meio deste link. O último vídeo apresentado foi da Cia. de Dança Contemporânea da UFMS, intitulado ArticulAção. A coreógrafa Mariana Cavalcante de Brito explica que com a chegada da pandemia as atividades foram modificadas, e o trabalho foi dividido em duas etapas, sendo a primeira, um encontro virtual feito com toda a equipe de bailarinos para discussão de textos e reflexões, e a segunda etapa com atividades práticas realizadas pelos próprios integrantes da companhia de dança. “O trabalho tem sido muito enriquecedor, acredito que para todos os bailarinos, porque a gente sempre faz uma finalização de cada tópico e nós temos conseguido visualizar essas transformações. E tem sido um aprendizado que tem enriquecido todo o nosso trabalho”, conclui a coreógrafa. A transmissão do evento está disponível no canal da TV UFMS. Texto: Raissa Quinhonez (estagiária da Agecom)












Música Elisabetana é tema de palestra no Festival Mais Cultura

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No segundo dia do Festival Mais Cultura, a palestra “Música Elisabetana para alaúde e estilos ponteado e rasgueado dos séculos 16 e 17” será ministrada por Guilherme de Camargo, um dos principais instrumentistas de cordas dedilhadas do país. A palestra será sobre o alaúde na época de John Dowland e rainha Elizabeth I, e o instrumentista irá abordar o encontro da música antiga com o homem contemporâneo. “Minha principal intenção não é a de ser mais um instrumentista falando sobre como nós devemos fazer a música do passado, mas eu gostaria de ser um músico que faz a música do presente pensando no passado e pensando no futuro, então é esse abraço entre a música histórica, entre a pesquisa e entre nossa própria imaginação que eu gostaria de trazer para esse encontro”, afirma. Guilherme de Camargo tem sua formação inicial em violão clássico, passou por um período na Holanda como estudante de Música e instrumentos antigos, onde teve um maior contato com o universo da música antiga e instrumentos de cordas dedilhadas. É doutor em Musicologia pela Universidade de São Paulo e graduado com os títulos de mestre em Musicologia e bacharel em violão erudito pela mesma instituição. A palestra será no dia 17 de novembro, às 20h30, e poderá ser acessada gratuitamente através do link meet.google.com/zbh-ifvt-ver. Texto: Raissa Quinhonez (estagiária da Agecom)


Instrumentos históricos são atração no Festival Internacional de Violão

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O segundo dia do 6º Festival Internacional de Violão em Campo Grande: Entre alaúdes e violas, contará com apresentações de Dagma Eid, Grupo Câmena e convidados. A transmissão será feita pelo canal da TV UFMS no YouTube no dia 17 de novembro, às 19h. A professora e violinista Dagma Eid irá apresentar um repertório com três instrumentos históricos: a vihuela, instrumento usado no repertório espanhol do século 16, a guitarra barroca, que surge na virada do século 16 para o 17 e se populariza na Espanha, Itália e França; e a guitarra clássico romântica, precursora direta do violão. Além das apresentações, ela dará uma palestra sobre o sistema de notação usado no repertório de guitarra barroca – o alfabeto musical. Graduada em Música pela Unesp e com doutorado em andamento, Dagma é professora de violão e cordas dedilhadas históricas, música de câmara e regente da Camerata Jovem do Conservatório de Tatuí. “No ano de 2000, iniciei minha pesquisa na área de performance histórica com o alaúde renascentista, mas logo a família dos instrumentos históricos cresceu e passei a tocar também guitarra barroca, vihuela, teorba e guitarra clássico-romântica”. Confira aqui o trabalho desenvolvido por Dagma Eid. A transmissão também terá apresentação do Grupo Câmena, fundado em 1997 por Ibaney Chasin e Heloísa Muller, professores do Departamento de Música da UFPb. O grupo nasceu com o objetivo de pesquisar e executar o repertório dos séculos 16 e 17, e já passou por diversas formações, mas sempre conservando o mesmo núcleo artístico. Atualmente, ele se preocupa em incorporar instrumentos e sonoridade normalmente vinculadas à música popular. O Festival De 16 a 25 de novembro será realizada a sexta edição do Festival Mais Cultura, evento anual que reúne apresentações culturais e artísticas, além de palestras e minicursos. Acompanhe o Portal UFMS e as redes sociais institucionais para se informar sobre a programação e participe! Texto: Raissa Quinhonez (estagiária da Agecom)


Oficinas e minicursos são oferecidos gratuitamente no Festival Mais Cultura

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O Festival Mais Cultura, além de palestras e espetáculos, também contará seis minicursos e oficinas, realizadas de 16 a 20 de novembro para toda a comunidade interna e externa. Confira abaixo a programação detalhada e os links de acesso para cada atividade. Não é necessário inscrição prévia, mas terá lista de presença on-line para disponibilização de certificados de participação. Oficina – Aquele que diz sim: Brecht visita a UFMS A oficina apresentará uma breve exposição sobre a peça didática “Aquele que diz sim” de Bertold Brecht, um dos maiores dramaturgos do século 20. Ministrada pela professora do curso de Filosofia da UFMS, Cristina de Souza Agostini, ela será realizada no dia 19 de novembro, às 20h30, com transmissão pelo YouTube. Workshop de preparação e performance de textos literários O workshop, ministrado pelo ator André Tristão, consistirá na apresentação de uma interação imagética a partir de um trecho do livro “Leque Aberto”, de Raquel Naveira, e logo após haverá uma conversa para tratar de questões técnicas associadas a preparação e performance de textos literários. A atividade será realizada no dia 18 de novembro, às 16h, e poderá ser acessada gratuitamente pelo link meet.google.com/iju-ocjj-fux. Minicurso – Canto On-line O objetivo do minicurso é trazer um esclarecimento dos principais aspectos a serem trabalhados em técnica vocal, desde o funcionamento do aparelho fonador, como aspectos práticos de rotina de uma aula de canto. A orientação de repertório e etapa de aprendizagem será de acordo com o nível de cada participante. O curso proporcionará momentos práticos de canto, além da parte teórica, e será ministrado pela cantora, professora e pesquisadora de técnica vocal, Luma Heyn. Realizado nos dias 16 e 17 de novembro, às 15h, o acesso gratuito é pelo link meet.google.com/yrj-zeio-ths. Minicurso – Panorama sobre a História da Música O minicurso tem como objetivo apresentar um breve panorama sobre a história da música clássica no ocidente. Indicada para professores e estudantes interessados em arte, o minicurso será ministrado pelo bacharel em Música, Evandro Dotto, atualmente professor no curso de Música da UFMS e mestrando em performance musical na Universidade Federal de Minas Gerais. O minicurso acontecerá nos dias 17 e 19 de novembro, às 14h, e poderá ser acessado gratuitamente pelo link meet.google.com/iwu-gxes-zbr. Minicurso – Voz cantada na educação  Este minicurso visa oferecer conhecimentos sobre a fisiologia vocal (adulta e infantil) e sobre os limites da utilização prática da voz, contribuindo para que o professor possa poupar sua voz e a de seus alunos, e assim evitar possíveis disfonias e disodias. Ele é recomendado para professores e será ministrado por Ana Lúcia Gaborim, bacharela em Música – Composição e Regência, mestre em Música pela Unesp e doutora em Artes pela USP. O minicurso ocorre no dia 18 de novembro, às 16h, e poderá ser acessado gratuitamente pelo link meet.google.com/mqp-ajzd-obc. Minicurso – Teoria Musical para Iniciantes O minicurso irá apresentar elementos básicos de Teoria Musical para iniciantes, trabalhando os fundamentos de grafia, leitura e percepção musical, e será ministrado pelo professor do curso de Música da UFMS, Jackes Douglas Nunes. Ele será ofertado gratuitamente nos dias 19 e 20 de novembro, às 18h, pelo link: meet.google.com/rwp-ofyx-mfr.   O Festival De 16 a 25 de novembro será realizada a sexta edição do Festival Mais Cultura, evento anual que reúne apresentações culturais e artísticas, além de palestras e minicursos. Acompanhe o Portal UFMS e as redes sociais institucionais para se informar sobre a programação e participe! Texto: Raissa Quinhonez (estagiária da Agecom)  


Festival Mais Cultura será realizado este mês com programação on-line

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De 16 a 25 de novembro será realizada a sexta edição do Festival Mais Cultura, evento anual que reúne apresentações culturais e artísticas, além de palestras e minicursos. O Mais Cultura envolve todos os câmpus e unidades da UFMS, o que dá a oportunidade da comunidade acadêmica tirar um tempo em meio as suas tarefas diárias para apreciar e aprender com uma programação meticulosamente escolhida, sempre rica em atividades diversas. “O mais importante para a Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Esporte é que as pessoas vivenciem arte na sua vida cotidiana e universitária, e o Festival Mais Cultura é essa janela que a gente abre para entrar muita arte durante um período do ano na vida das pessoas. A gente procura diversificar as linguagens e estilos oferecidos, e sobretudo priorizar a arte com a qual as pessoas têm menos contato, então nessa edição nós temos a arte do século 16 tocada no alaúde, por exemplo, que era um instrumento super famoso na época e que hoje não é nada famoso. Esse é um desafio da Universidade hoje, congregar tradição com a vida cotidiana, e o Mais Cultura tem sempre essa proposta”, declara o pró-reitor Marcelo Fernandes. Em 2020, por conta das limitações impostas pela Covid-19, o Festival foi repensado para que não deixasse de acontecer. “A gente esse ano teve o fator limitante da pandemia, essa surpresa negativa, mas a gente pôde revertê-la para possibilidades positivas, como abarcar todos os câmpus de uma só vez”, comenta Marcelo. A lista de atividades diminuiu em relação a edições anteriores, mas continua repleta de temas e apresentações interessantes. Programação Todas as manhãs dos dias 16 a 20, estudantes previamente selecionados terão espaço garantido para recitar poesias ou tocar instrumentos musicais nas salas de aula virtuais. A ideia é que, por pelo menos cinco minutos, tanto professores quanto universitários possam apreciar música e literatura de qualidade. Os docentes que desejarem realizar essa “pausa artística” em sua aula terão um formulário específico para se inscreverem, que em breve será divulgado no Portal UFMS. Uma característica forte do Mais Cultura é surpreender os servidores com pequenas sessões musicais ou teatrais dos diversos grupos da Universidade. Por mais que o Festival esteja sendo feito on-line, isso não mudará. Às 16h dos dias 16, 17 e 18 serão realizados espetáculos ao vivo no Teatro Glauce Rocha com transmissão para os servidores das unidades administrativas, que poderão apreciar e interagir com os artistas através do chat. Durante a semana, às 18h, serão realizados espetáculos de teatro, balé, circo, dança e cordel. Às 19h, o Mais Cultura abriga a programação do 6º Festival Internacional de Violão em Campo Grande: entre alaúdes e violas. Tudo será transmitido ao vivo para toda a comunidade interna e externa. Já a faixa das 20h é voltada ainda mais para a música antiga. O professor Ibaney Chasin, do departamento de Música da Universidade Federal da Paraíba ministrará uma palestra. Haverá também espetáculos de música Elisabetana para alaúde e estilos ponteados e rasgueados dos séculos 16 e 17, e repertórios para instrumentos de cordas dedilhadas dos séculos 18 e 19. No fim de semana, o Autocine UFMS terá sessões escolhidas para complementar o Mais Cultura, única parte da programação que não será on-line. Dos dias 23 a 25 de novembro, será realizado o Desver – Festival de Cinema Universitário de Mato Grosso do Sul, com exibições gratuitas e abertas ao público de mais de 30 obras audiovisuais, entre filmes, curtas-metragens e cinema indígena regional. Chame os amigos e a família e compareça para prestigiar a arte e a cultura sul-mato-grossense. Mesmo que virtual, sua presença é muito importante. Eu Respeito! UFMS, a nossa Universidade! Texto: Leticia Bueno