Projetos

Inventário do acervo de obras de artes da UFMS

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Coordenador: Eduardo Silva Escrivano Durante seus mais de 40 anos a UFMS reuniu mais de 700 obras de artes e peças para exposição. Esse acervo se encontra disperso entre as várias unidades dos câmpus e sob a tutela administrativa de diferentes entes da universidade. O projeto busca então começar um processo de valorização desse patrimônio através da criação de um banco de dados com informações técnicas, estado de conservação e imagens. Toda a informação será recolhida seguindo uma metodologia facilitando projetos futuros que queiram usufruir do acervo da universidade. Por fim, o projeto criará um catálogo com as obras para facilitar a consulta e estudo de qualquer um interessado.


Imergir: Laboratório de projetos audiovisuais

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Coordenador: Régis Orlando Rasia O presente projeto de extensão busca realizar um laboratório de criação de projetos, no formato gincana, em caráter imersivo e circunscrito em um tempo determinado de aproximadamente uma semana. Estes laboratórios têm como objetivo incentivar a criação e a elaboração de projetos narrativos, realizados durante a Semana Mais Cultura da UFMS com previsão para o final de outubro. Identificar uma história potencial capaz de se tornar roteiro, concretizar uma ideia na cabeça e transportá-la para um argumento, ou realizar tratamentos na narrativa sob um olhar atento de especialistas não é uma tarefa fácil. Todos estes processos da escrita, mesmo para os profissionais do mercado, seguem sendo um desafio forjados no lapidar e no amadurecimento das ideias, o que leva a uma proposta narrativa adequada para atrair possíveis interessados a investir em um projeto. Com tantos desafios entre o roteiro e a produção, roteiristas e realizadores audiovisuais em nosso país buscam viabilizar seus projetos nas mais diferentes formas de apresentação de ideias em mercados de pitching, escrita de editais, concursos, festivais, rodadas de negócio e até mesmo o contato direto com produtoras. Laboratórios de desenvolvimento de projetos funcionam como se encaixados numa residência artística para a materialização de ideias. É o caso de Sundance Screenwriters Lab, Torino Film Lab, Film Independent Screenwriting Lab, ou o festival Premiers Plans, na França, dedicado às primeiras obras cinematográficas europeias. Entre tantos outros festivais estrangeiros, no Brasil, o festival de Tiradentes se tornou famoso por oportunizar oficinas de criação, formando carreira para nomes de diretores que hoje seguem consolidados no mercado. Outros exemplos passam por iniciativas de incentivo a criação, é o caso do Festival Visões Periféricas, no Rio de Janeiro, por meio de rodadas de apresentação de projetos com potenciais players do mercado, ou o Laboratório Novas Histórias, BrLab e o Sesc Argumenta, apenas para citar responsáveis por impulsionar e criar incubadoras que impulsionam novos realizadores a concretizar seus filmes e entrar no mercado.


III Mostra fotográfica “Beleza Negra Resiste” e Oficina Antirracista de Pintura Orgânica

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Coordenadora: Ana Paula Archanjo Batarce O movimento negro brasileiro, após anos de luta, conquistou a LEI 10.639, sancionada em 2003, alterando a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), pois assume o mundo da educação como fundamental na reprodução e na reversão do quadro de desigualdades raciais no Brasil. Assim, disciplinas sobre a história dos negros no Brasil e do continente Africano foram incluídas no ensino fundamental e médio, a partir dos artigos: Art. 26 e Art. 79-B na LDB. Isto posto, os professores de ensino fundamental e médio deveriam evidenciar que a cultura afro-brasileira é constituinte e formadora da sociedade brasileira. Portanto, os diferentes povos negros, provenientes do continente Africano, escravizados pelos europeus, são sujeitos históricos que contribuíram e contribuem na produção do espaço brasileiro. No entanto, a desvalorização do negro, de sua cultura, das religiões de matrizes africanas ainda é latente na sociedade brasileira, mesmo existindo uma lei que determine o ensinamento da História e Cultura Afro-brasileira nas escolas, na prática, essa ação não se efetua como deveria. O preconceito, a misoginia, o racismo são espelhados nos dados estatísticos produzidos no Brasil. O IBGE (2018) aponta que a desigualdade étnica, socioeconômica se alarga cada vez mais no nosso país. O atlas da violência de 2017, elaborado pelo IPEA, revela que homens, jovens, negros de baixa escolaridade são as principais vítimas de mortes violentas no país. As mulheres negras também são as que mais morrem. Dessa maneira, é urgente que, a universidade produtora de professores das mais diferentes áreas do ensino, oportunize discussões de cunho étnico-racial capazes de contribuir na formação desses profissionais, de qualificá-los e de encorajá-los a trabalhar com a problemática da população negra, em sala de aula, na tentativa de diminuir esse arranjo de desigualdade étnica, cultural, social e econômica existente no nosso país. O desenvolvimento desse projeto objetiva, produzir material audiovisual sobre a negritude sul mato-grossense, a fim de contribuir com a temática de História e Cultura Afro Brasileira que deve ser trabalhada nas escolas da rede básica de ensino. Parte do material audiovisual produzido deverá ser apresentado a sociedade no dia comemorativo no dia da Consciência Negra 20 de novembro, data que foi, em forma de lei, inserida no calendário escolar das instituições básicas de ensino.


Grupo de Leitura: Porque ler nunca é demais

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Coordenadora: Janete Rosa da Fonseca Trata-se de um Projeto que envolve literatura e arte. E busca através da literatura e da arte, contribuir na inserção plena da comunidade acadêmica através do domínio da língua, decorrente do hábito de ler, transformando-os em sujeitos articulados tanto não exercício de entender o universo circundante através dos processos de internalização da palavra na leitura, quanto de explicá-lo por meio do domínio da escrita, que é a segunda parte do binômio, desenvolvendo assim aspectos cognitivos e promovendo interações através das discussões e trocas. O projeto Grupo de Leitura: Por que ler nunca é demais, tenciona ampliar as dimensões que envolvem as competências leitoras, interpretativas e de produção textual por meio do contato com obras literárias e sua leitura integral, individual e compartilhada. Através da realização das leituras itinerantes e da realização do Sarau Literário, promove a inserção da Instituição no espaço comunitário, através de ações que integrem aos acadêmicos e docentes envolvidos no projeto, com aqueles que precisam de mais interação social, como Clubes de Idosos, Crianças ou adolescentes em situação de internação hospitalar e pessoas em situação de privação de liberdade. Dessa forma ampliando a ação educativa do Grupo de Leitura.


Grupo Boca’berta: literatura em ação!

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Coordenadora: Alcione Maria dos Santos Esta ação cultural visa realizar leituras dramatizadas de obras da literatura dramática brasileira e portuguesa no âmbito do Festival Mais Cultura. As intervenções proporcionarão a vivência da palavra artística, a sensibilização para temas relevantes e a divulgação da literatura dramática, a qual tem ocupado espaço menor nos currículos da educação básica. Para os acadêmicos, as leituras, pesquisas e ensaios proporcionarão o aprofundamento dos estudos e momentos de ludicidade e integração. A realização desta ação proporcionará uma vivência cultural signifcativa, tanto para o público- alvo, quanto para os membros da equipe de execução. Ambos vivenciarão a palavra artística em sua dupla dimensão: forma e conteúdo, a partir de leituras dramatizadas de obras da literatura brasileira e portuguesa. Para os acadêmicos e coordenadora, oportunizará o aprofundando nos estudos, a ludicidade e a integração.


Festival Pantaneiro de Cultura e Arte

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Coordenadora: Adriana Wagner O projeto consiste em proporcionar a integração da UFMS/CPAQ com a comunidade externa, exaltando as riquezas culturais e artísticas da região pantaneira expressas na música, gastronomia, artesanato, produção literária e outras formas de expressão cultural. O festival também celebra o aniversário de 52 anos do Câmpus de Aquidauana. O projeto se justifica pela necessidade de considerar o contexto local e regional como elemento fundamental na elaboração das atividades de ensino, pesquisa, extensão e inovação do Câmpus de Aquidauana. A produção de conhecimento deve estar alinhada com a realidade onde o Câmpus está inserido; a cultura expressa os valores e a história de uma população e sem considerá-la nas atividades acadêmicas, as mesmas ficam desprovidas de conexão e da real intensão da interiorização da educação superior, que é a de promover o desenvolvimento local. Não há como cumprir esta missão alheio do conhecimento da cultura local e regional.


Escritoras sul-mato-grossenses em vídeos

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Coordenadora: Lucilene Machado Garcia Esse projeto objetiva de modo geral colocar alunos da UFMS em contato com autoras sul-mato-grossenses, na produção de materiais (vídeos) que serão apresentados a Instituições educacionais e culturais, publicados em redes sociais com o fim de atingir um público maior que são acadêmicos em formação universitária, professores, alunos de modo geral, com o fim de conhecerem as mulheres que atuaram artisticamente na produção literária do estado e as dificuldades que encontraram para a realização de seu produto literário, já que são praticamente pioneiras nesse segmento.


Ensemble Bach 21

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Coordenador: William Teixeira da Silva O Ensemble Bach 21 é um grupo de câmara cujos integrantes são pesquisadores da “Oficina de Pesquisa em Práticas Musicais Experimentais” (CNPq) e foi formado a fim de organizar e difundir a produção artística oriunda das pesquisas do grupo. Sua proposta artística direciona-se especialmente a três categorias de repertório, que correspondem aos objetos de pesquisa do GP: a música barroca, a música experimental de concerto e música popular experimental. Por meio dessa articulação, suas ações para 2022 visam apresentações do grupo, bem como apresentações de membros isolados, de modo a ampliar o alcance de sua circulação.


Desver – Festival de Cinema Universitário de Mato Grosso do Sul

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Coordenador: Júlio Carlos Bezerra O projeto visa promover a 4a edição do Festival de Cinema Universitário de Mato Grosso do Sul. A proposta é que o Festival aconteça em meio à Semana Mais Cultura da UFMS, no final de outubro ou início de novembro de 2022. A programação do evento envolve a realização de oficinas e palestras com profissionais e pesquisadores convidados, e uma mostra competitiva de curtas metragens universitários. Para seleção dos filmes para a Mostra Competitiva, será lançado e amplamente divulgado o Regulamento do Festival, contendo todas as normativas e orientações para inscrição de filmes de curta metragem (até 30 minutos, incluindo os créditos) produzidos por estudantes de cursos universitários em nível de graduação e pós graduação, nas áreas de cinema, audiovisual, comunicação, jornalismo, artes visuais e afins. A direção do curta e, pelo menos, 1 (uma) função técnica importante (Roteiro, Produção, Direção de Fotografa, Direção de Arte, Som Direto, Desenho de Som, Montagem, Trilha Sonora, Trilha Original) deverão ter sido exercidas exclusivamente por universitários(as). As inscrições serão feitas por meio de formulário online disponibilizado no site do Festival. Os requisitos técnicos dos arquivos dos filmes estarão descritos no Regulamento. Os filmes inscritos passarão por curadoria composta por membros do corpo discente do curso de Audiovisual da UFMS. A relação dos filmes selecionados para a Mostra Competitiva será divulgada no site do Festival em outubro de 2022. Durante o Festival, os filmes em exibição serão avaliados por Júri técnico, formado também por professores, pesquisadores e profissionais com comprovada experiência na área, que elegerão os três melhores filmes da Mostra Competitiva. Os filmes vencedores receberão certificado, conforme as colocações, e poderão ser congratulados com outras premiações, conforme disponibilidade de recursos e ofertas de parceiros. Além da Mostra Competitiva, serão realizadas oficinas e palestras com pesquisadores e profissionais de referência convidados, oportunizando diferentes espaços de formação para os participantes. A participação no Festival será gratuita e aberta não só aos envolvidos na produção dos filmes inscritos, como também ao público universitário e externo.


Danças Tradicionais Indígenas

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Coordenador: Antônio Hilario Aguilera Urquiza O povo Terena faz parte da família linguística Aruak e, por isso, apresenta várias características socioculturais resultantes dessa tradição, como a arte com cerâmica e a prática da agricultura. De acordo com os Terena, a dança é uma manifestação cultural indígena, de influência nas relações de manutenção e fortalecimento da cultura indígena, onde os anciões costumam descrever que os rituais possuem vários intuitos como: espantar maus espíritos, expulsar doenças, agradecer a colheita, a caça, marcar mudança de fase do jovem para a idade adulta, dentre outros motivos. Vale salientar que, para o povo da etnia Terena, a dança tradicional “Híyokena kipâ’e e Siputerenôe” está presente em festividades, lutas e comemorações. Ademais, as apresentações contam com pintura corporal, adornos e instrumentos musicais, todos construídos pelo próprio povo indígena. Portanto a importância do projeto “Danças Tradicionais Indígenas” no universo acadêmico representará o momento em que os estudantes indígenas poderão compartilhar, através da manifestação cultural, seus saberes tracionais com a comunidade interna da Instituição.


Cine Arte 2022

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Coordenadora: Rozana Vanessa Fagundes Valentim de Godoi O projeto Cine Arte, tem como principal foco refletir acerca da criação artística por meio da observação e dos estudos das concepções de arte e do trabalho dos artistas, a partir da DVDteca do Arte na escola, que contempla diferentes movimento artísticos e estéticos com foco maior na arte contemporânea. A partir da necessidade de ampliar o debate entre os(as) acadêmicos (as) do curso de Artes Visuais e dos(as) alunos(as) do 3o ano do ensino médio das escolas públicas da cidade de Campo Grande/ MS e os professores e professoras de arte, em que juntos poderão dialogar, a partir da linguagem do cinema, temáticas como: gênero e sexualidade, meio ambiente, ética, direitos humanos, questões étnico-racial, movimentos sociais e saúde. Isto, a partir das diferentes produções artísticas do nosso tempo e dos olhares dos artistas e suas percepções/ experimentações sobre o mundo; das representações destes no contexto da sociedade contemporânea, cada vez mais complexa e instável. Neste sentido, o projeto, propõe um espaço onde documentários e pequenos filmes produzidos pelo Arte na escola, sejam assistidos e debatidos pelos participantes em um processo de construção coletiva de um conhecimento mais amplo e profundo sobre os diferentes contextos em que as palavras Arte, Artista e Mundo, estejam inseridas. O projeto será realizado quinzenalmente, no anfiteatro do bloco 8 – Artes Visuais – FAALC, com cronograma prévio da escola participante e do filme para discussão; ressaltando que, muito além dos debates, espera-se contribuir na formação desses participantes na ampliação do repertório artístico e estético e no desenvolvimento do olhar crítico e sensível.


Ciclo de palestras: Tópicos especiais de música, criação e prática de orquestra e de estudo/treino instrumental

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Coordenador: Marcelo Rocha Barros Goncalves Ciclo de Palestras (04) a respeito de tópicos especiais de música, criação e prática de orquestra e de estudo/treino instrumental. Os músicos de Coxim e região que tocam instrumentos, na grande maioria das vezes, além de serem amadores, possuem baixa qualifcação técnica. E como são os únicos da região, não raro atuam informalmente dando “aulas” de música, o que faz com que os equívocos teóricos, a baixa capacitação técnica e a quase inexistente qualifcação se perpetuem na região. Assim, este projeto realizará ações que buscará iniciar um processo de estímulo à qualifcação e capacitação musical teórico-prática, além de fornecer conhecimentos elementares de teoria musical, de percepção musical ativa, e de prática e treinamento técnico instrumental. Assim, o presente projeto é o início de uma jornada que visa, muito mais do que a capacitação e qualifcação tencio-musical de instrumentistas da região, tem como propósito fnal a existência de futuros professores de música na cidade com condições plenas de atuar como multiplicadores na região, fomentando assim o nascimento e o forescimento de ações continuadas voltadas para o ensino de música instrumental (erudita e popular) de alta qualidade técnica, com alunos capacitados não apenas no instrumento, mas também em diversas áreas da teoria musical.


CanteMus – laboratório da voz 2022

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Coordenadora: Ana Lucia Iara Gaborim Moreira O CanteMus – laboratório da voz, em atividades ininterruptas desde 2017, busca o desenvolvimento vocal pleno e saudável, por meio de orientações sobre saúde e técnica vocal, visando a qualidade da performance artística. Neste projeto, realizam-se ensaios e aulas para grupos com distintos perfs adultos – coro jovem, universitário, feminino, de terceira idade – e distintos níveis de aprendizado, visando a um resultado comum que culmina com uma apresentação pública, podendo ser virtual ou presencial e podendo, ainda, circular fora do câmpus universitário. O CanteMus constitui, ainda, um campo de pesquisa, uma vez que se busca repertório adequado para cada grupo, e as metodologias adequadas para desenvolvê-lo.


Camerata Madeiras Dedilhadas 2022

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Coordenador: Pieter Rahmeier A Camerata Madeiras Dedilhadas constitui conjunto musical inovador que combina o timbre de um grupo de violões ao timbre dos instrumentos de sopro/madeiras, como o clarinete, o fagote, o oboé e a fauta. Seu projeto de repertório também é diferenciado pois abarca obras do Barroco, Classicismo – cujos maiores expoente são Bach, Handel e Mozart – , além de música clássica Brasileira – escrita por mestres como Carlos Gomes e Villa-Lobos – e a música regional de nosso Estado. Os integrantes são, em sua maioria, egressos e formandos do Curso de Música da UFMS, que têm se destacado artisticamente e que individualmente têm carreira como solista. O Projeto pretende se estruturar com um laboratório de performance e transcrições musicologicamente embasadas. Seus objetivos centrais são:     1) Contribuir para a melhoria da qualidade musical-interpretativa no âmbito regional;     2) oferecer ao público regional apresentações de qualidade;     3) oferecer masterclasses e workshops para os acadêmicos da UFMS;     4) contribuir para o diálogo entre pesquisa e difusão da produção artística e científca universitária no Campi da              UFMS e demais espaço que se interessem pelo trabalho da Camerata. O projeto está aberto a convites para apresentações da Camerata, desde que as condições atuais possibilitem uma apresentação em nível de excelência. Um plano de trabalho para os ensaios e apresentações serão elaborados e, na medida do possível, executados.


ATUAÇÃO E FORMAÇÃO DOCENTE: UM ENCONTRO COM O PEQUENO PRÍNCIPE DE ANTOINE de SAINT-EXUPÉRY – 2a Edição

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Coordenadora: Janaina Nogueira Maia Carvalho Este Projeto tem por objetivo utilizar o clássico infanto-juvenil O pequeno príncipe, do autor francês Antoine de Saint-Exupéry, para demonstrar como a ancestral arte da contação de histórias pode ser uma importante ferramenta pedagógica, pois apresenta a literatura de uma maneira lúdica e mais atraente para um público que sabe ler, mas não tem o hábito da leitura (crianças e adolescentes). Apoiando-se em estudos desenvolvidos por pesquisadores da área da educação, o projeto sublinha uma metodologia para o desenvolvimento da obra na íntegra, explorando e discutindo seus variados contextos e sua simbologia, bem como o desenho, interpretação textual, visual, para estudantes de Licenciaturas e professore/as.


Aparelhos e Ambientes expositivos dos cursos de Artes Visuais e GAV – Galeria de Artes Visuais – programas de curadoria, exposição e difusão cultural.

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Coordenador: Isaac Antônio Camargo O projeto se destina a manutenção dos aparelhos e ambientes destinados à realização de exposições didático-pedagógicas e à GAV – Galeria de Artes Visuais – dos cursos de Artes Visuais – Bacharelado e Licenciatura, localizada no espaço físico do Bloco 8. Os Aparelhos Expositivos das disciplinas e a GAV – Galeria de Artes Visuais dos Cursos de Artes Visuais se constituem como ambientes expositivos complementares ao Projeto Pedagógico dos cursos de Artes Visuais. Boa parte dos painéis que compõem estes espaços são de madeira aglomerada e MDF que, em função do uso, requerem manutenção continua quanto a retoques, pintura e substituição pelo desgaste, portanto, requerem materiais e instrumentos dedicados a manutenção.


6° Clube do Livro da UFMS/CPNA: A Literatura Brasileira entre o passado, o presente e o futuro.

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A proposta da Ação de Cultura em tela tem como objetivo dinamizar a continuidade da Ação “Clube do Livro da UFMS/CPNA”, realizado desde 2016 e que já contou com cinco aprovações, a ver: o primeiro, de 2016, recebeu o título de “Clube do livro: história, política e cultura no mundo das letras”; em 2017, a Ação de Cultura continuou com o “2° Clube do livro: perspectivas da literatura feminina”; em 2018, foi organizado o “3° Clube do Livro UFMS/CPNA: o mundo (des)encantador de Roberto Bolaño”; em 2019, a continuidade foi efetivada com a “4° Clube do Livro da UFMS/CPNA: América Latina no mundo das letras”; e, em 2020, ocorreu, virtualmente, o “5° Clube do Livro da UFMS/CPNA: Política e Ficção em Tempos Remotos”. Torna-se relevante destacar que o “Clube do Livro da UFMS/CPNA” tinha uma periodização anual, cuja descontinuidade em 2021 justifcasse pela pandemia do COVID-19. Com mais de vinte livros trabalhados ao longo dessas edições, a proposta atual é dinamizar o acesso, o conhecimento e a discussão sobre a Literatura Brasileira. Com o título de “6o Clube do Livro da UFMS/CPNA: A Literatura Brasileira entre o passado, o presente e o futuro”, foram selecionadas sete obras que correspondem as propostas apresentadas em tela, a saber: iniciaremos o debate com “Parque Industrial”, de Pagu (escrita com o pseudônimo de Mara Lobo); o segundo livro “Torto Arado”, de Itamar Vieira Junior, que ganhou os prêmios Jabuti, na categoria de romance literário e Oceanos; a obra a seguir é “O Avesso da Pele”, de Jeferson Tenório, também ganhadora do prêmio Jabuti; seguiremos as atividades da Ação de Cultura em tela com a obra “As Mulheres De Tijucopapo”, de Marilene Felinto; a penúltima obra será “Ladrão de Cadáveres”, de Patrícia Melo; e encerraremos as atividades com a leitura e discussão do livro “Jenipará”, de Graziela Brum. Com essas seis obras, de autores consagrados e contemporâneos, iremos visitar, por meio da literatura, diversos Brasis, de temporalidades diferentes, a partir de estilos literários distintos. Cada obra será debatida nos últimos sábados de cada mês, presencialmente, na Biblioteca Pública Municipal Maria Batel Ortega. A exceção caberá a última obra, “Jenipará”, no qual teremos a participação virtual da autora, Graziela Brum, por plataformas virtuais (meet ou zoom). Cabe destacar que a proposta da Ação de Cultura em tela tem como objetivo dialogar com o tripé de Ensino, Pesquisa e Extensão e será integrado ao Grupo de Pesquisa certifcado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científco e Tecnológico (CNPQ) “Laboratório Interdisciplinar de Estudos Culturais (LindeCult)” e ao projeto de pesquisa “Mídias, linguagens e interdisciplinaridade: mediações e Estudos Culturais”. Com isso, objetivasse apresentar e incentivar o encontro dos participantes da Ação de Cultura “6o Clube do Livro da UFMS/CPNA: A Literatura Brasileira entre o passado, o presente e o futuro” com a pluralidade da Literatura Brasileira, em toda a sua potencialidade e interpretação que essas obras realizaram sobre o Brasil no passado, no presente e, por quê não, também do futuro?! Coordenador: Fabio da Silva Sousa


Cineclube Audiovisual UFMS

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O Cineclube Audiovisual UFMS é um cineclube semanal que visa a formação e a qualificação do público cinematográfico local, ampliando o acesso às mais variadas cinematografas, movimentos e cineastas, criando um espaço democrático de discussão e estimulando uma postura crítica diante dos filmes. A curadoria do projeto, coordenada por professores da Faculdade de Comunicação da UFMS, é pautada por recortes temáticos previamente estabelecidos, focando sempre a variedade dos filmes selecionados, seja no que diz respeito ao ano e à nacionalidade das obras, seja também no que concerne às linguagens e estratégias adotadas pelos cineastas. As sessões serão sempre mediadas por um ou mais professores (e, possivelmente, por convidados especiais), com uma breve introdução ao filme e seu contexto histórico-cinematográfico e de produção, e discussões em grupo ao fim da projeção. O projeto almeja contribuir para a formação de novos públicos e qualificar conhecimento cinematográfico e estético do público sul mato-grossense, e estimular uma postura crítica em relação à experiência cinematográfica, promovendo e incentivando a discussão de questões estéticas, sociais e políticas as mais variadas. Já foram divulgados os filmes que serão exibidos ao longo do segundo semestre de 2021. Dessa vez, o recorte se volta para obras de diretoras mulheres. Confira abaixo a seleção dos filmes: As aventuras do Príncipe Achmed (1926), de Lotte Reiniger + At Land (1944), de Maya Deren + Ulysse (1982), de Agnès Varda Desna encantado (1964), de Yuliya Solntseva As pequenas margaridas (1966), de Věra Chytilová Retrato de Jason (1967), de Shirley Clarke Wanda (1970), de Barbara Loden O rapaz que partia corações (1972), de Elaine May Os homens que eu tive (1973), de Teresa Trautman A ascensão (1977), de Larisa Shepitko Mar de rosas (1977), de Ana Carolina Toda uma Noite (1982), de Chantal Akerman Born in flames (1983), de Lizzie Borden Caçadores de emoção (1991), de Kathryn Bigelow Sintonia de amor (1993), de Nora Ephron A mulher melancia (1996), de Cheryl Dunye O pântano (2001), de Lucrecia Martel Tarachime (2006), de Naomi Kawase + Ser mulher (1964), de Cecilia Mangini + A entrevista (1966), de Helena Solberg Brilho de uma paixão (2009), de Jane Campion Um lugar qualquer (2010), de Sofia Coppola O atalho (2010), de Kelly Richardt Atlantics (2019), de Mati Diop As sessões ocorrem toda a sexta, às 18:00 horas (horário de Manaus). Para saber mais, confira a notícia da primeira sessão, e acesse o link do Discord para participar dos debates: https://discord.gg/YrYmsazFXM. Coordenador: Julio Bezerra


SINAPSE Companhia de Dança Contemporânea

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A SINAPSE Companhia de Dança Contemporânea iniciou suas atividades em 2019, com o objetivo de fomentar a prática artística e dialogar a dança contemporânea no meio acadêmico com o cenário da dança local e nacional. Para participar da Companhia é necessário realizar uma audição que ocorre anualmente e é realizada mediante edital de inscrição. O principal requisito é ter experiência em algum estilo de dança. São aceitos comunidade acadêmica e membros externos a universidade na audição e na Cia. A divulgação é feita pelos meios de comunicação da UFMS e pelo Instagram e Facebook da SINAPSE Companhia de Dança Contemporânea. Coordenação: Mariana Cavalcante de Brito Bolsista: Diego Paulino Paiva Voluntárias: Priscila Roberta Alves Lemos Clara Letícia Gomes Zanetti


Movimento Concerto 2021

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O Movimento Concerto é um Projeto de extensão da UFMS centrado no oferecimento de concertos de música erudita – e suas fronteiras – e que tem como produtos secundários o oferecimento de masterclasses e de oficinas de iniciação musical. Em termos de apresentações musicais, o projeto contará com três séries: 1) Série Glauce Rocha: recitais de alto nível artístico realizados por músicos que possuem reconhecida carreira artística ao lado de profissionais de destaque no cenário regional;  2) Série Momento Musical: com apresentações de nossos alunos e egressos, em conjunto com os professores do Curso de Música da UFMS, em espaços diversos que sejam adequados a apresentações artístico-musicais;  3) Série Eventos UFMS: visa atender à demanda, cada vez maior, por intervenções artísticas em aberturas de eventos acadêmicos/científicos. O projeto prevê o oferecimento de aulas para a comunidade, que serão ministradas por bolsistas e supervisionadas por professores do Curso de Música da UFMS. O Objetivo do Projeto é fomentar a música erudita em nosso Estado, trazendo concertistas de alto nível para a região, e difundir a produção artística interna da UFMS dentro e fora da sociedade sul-mato-grossense, com atenção especial à integração do Projeto com o movimento musical já existente na região. Como parte da campanha Eu Respeito, em 2021, as atividades do projeto foram reestruturadas para serem transmitidas on-line e a abertura da temporada foi em 27 de abril. Coordenador: William Teixeira